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Monday, November 13, 2006

Timon e Pumba



Escolhi este video porque é muito engraçado!!!

"Quem quiser comer boa carne venha cá
meu amigo Pumba é a melhor carne que há.
Você vai gostar, vai se empanturrar e nenhuma conta pra pagar ...
Quer um porquinho ? (Quer Quer)
Que toucinho ! (Quer Quer)
Ele é um porco (sou sou). E você pode ser também
uuuhhh..."

Tuesday, October 31, 2006

Jornalismo vs Jornalismo cidadão


Actualmente no seio do mundo jornalístico, tem-se falado muito de um “novo tipo de jornalismo”, o jornalismo cidadão. Para muitos este jornalismo cidadão é um atentado às regras e à ética do jornalismo tradicional. Para outros o jornalismo cidadão complementa o jornalismo
cidadão. Mas afinal o que é o jornalismo cidadão?

Entende-se por jornalismo cidadão qualquer forma de conteúdo produzido por cidadãos e divulgado sobretudo através de novas tecnologias (telemóveis, PDA).
Ou seja, tal como o próprio nome indica jornalismo cidadão, é jornalismo feito pelo cidadão. Os cidadãos tem assim um intensivo papel de recolher, seleccionar, analisar e difundir informação.


Segundo Bowman e Willis, jornalismo cidadão, é o acto dos cidadãos terem um papel activo no processo de recolha, reportagem, análise e disseminação de notícias e informação.

Já para J.D. Lasica jornalismo cidadão, entende-se como sendo um conjunto de pequenas publicações e sites noticiosos, através dos quais “amadores” enveredam pelo jornalismo. J.D. Lasica afirma que quando os cidadãos contribuem com fotos, vídeos, etc, estão a fazer jornalismo cidadão. Para J.D. Lasica os jornalistas cidadão são pessoas outrora conhecidas como audiência.
J.D. Lasica diz-nos, também, que há jornalismo cidadão quando:
- uma audiência participa em muitos niveis( forúns de discussão,disponibilizam fotos, videos, reportagens, etc);
-surgem noticias independentes em sites independentes;
-cidadãos contribuem em suites de media;
-surgem outros tipos de media(digitais).
O jornalismo cidadão, é assim uma multiplicidade de ideias e realidade que cada um de nós pode oferecer.


O jornalismo cidadão apareceu em 1988 nas eleições presidências nos EUA. Durante as eleições os cidadãos perderam a confiança nos media pois aperceberam-se que estes estavam ao serviço do poder vigente. Assim, vários cidadãos decidiram ser eles próprios a fazerem o papel dos mass media. Simultaneamente, começaram a emergir muitas tecnologias. Surgiu a Internet e por consequência começaram a aparecer os blogs, os chats rooms, os wikis, os fóruns, etc, o que impulsionou o desenvolvimento do jornalismo cidadão. Assim, o jornalista cidadão tem ao seu dispor várias ferramentas:
- os blogs(página pessoal actualizada por uma pessoa);
-os flogs (blog com fotos);
-os vlogs (blog feito com videos);
-podcasts(forma de distribuir arquivos de audio pela internet);
-os wikis(sites que permitem alterar, apagar, reescrever ou adicionar conteúdos);
-listas de e-mail(listas que reunem pessoas com interesses comuns);
-fóruns(espaço na web para discussões e troca de ideias);
-comunidade(todas as ferramentas anteriores exploram o potencial da rede para criar comunidades).


Um dos primeiros exemplos de jornalismo cidadão surgiu no Norte da Coreia e denominava-se de Oh My News. Este site tornou-se muito popular pois afirmava que “cada cidadão é um repórter”. O Oh My News foi o primeiro jornal online a aceitar e a editar a opinião dos leitores. Grande parte dos contribuintes deste site são cidadãos que contribuem com os seus textos. Actualmente este site tem à volta de 41000 contribuintes.

Outro site onde é possível fazer jornalismo cidadão é o Independent Media Center(Indymedia). Esta é uma rede internacional de produtores de informação livre e independente de interesses governamentais ou empresariais. Este site produz jornais, áudio e vídeo-jornalismo.

O Wikinoticias é também um site onde os cidadãos podem publicar os seus artigos. È um projecto de noticias livre. Qualquer pessoa pode escrever, criar, ampliar ou editar um artigo.

De facto, com o aparecimento da Internet o mundo da Comunicação Social mudou radicalmente. A Internet é o meio mais importante desde a criação da imprensa. Antes, ninguém conseguia escrever de forma alargada. Grande parte das coisas que se escreviam estavam confinadas a um espaço muito restrito. Com o aparecimento da Internet a informação começou atingir uma audiência global. Assim, o aparecimento da Internet impulsionou muito o desenvolvimento do jornalismo cidadão, permitiu que os cidadão assumissem o papel dos media.

Desta forma, o jornalismo cidadão surgiu como uma nova e emergente perspectiva na forma de “fazer notícias”. Através da Internet os cidadãos trabalham em algo muito real, num curto espaço de tempo. Na Internet, os cidadão são definidos pelo que sabem e pelo o que partilham.

No entanto, o aparecimento do jornalismo cidadão tem vindo a gerar muitas discussões dentro do mundo da comunicação social. A primeira questão que se tem colocado é será que este serviço prestado pelos cidadãos pode ser mesmo considerado jornalismo? Para muitos jornalistas profissionais isto é algo impensável. Tal é impensável, primeiro porque estes cidadãos não têm qualquer tipo de formação. Assim, muitos jornalistas profissionais consideram que os cidadãos não podem ser considerados jornalistas. Aliás vários jornalistas questionam como pessoas que não tem formação profissional são capazes de escrever notícias.

Uma outra questão fulcral que se coloca constantemente é sobre a ética das notícias produzidas por cidadãos. Vários jornalistas questionam como é que noticias produzidas sem regras e sem técnicas jornalísticas podem seguir uma ética profissional? De facto, no jornalismo cidadão não existem regras. Uma das regras principais do jornalismo tradicional é a veracidade dos factos.

Deste modo, se o jornalismo cidadão não segue regras jornalísticas como podem os leitores ter a certeza que os factos relatados são verdadeiros. Esta é pois a grande falha do jornalismo cidadão. Neste “novo jornalismo” ninguém nos garante a veracidade dos factos, os leitores desconhecem que cuidados o autor não profissional tem em relação ao que produz. Esta é pois a grande diferença entre o jornalismo tradicional e o jornalismo cidadão. Enquanto que o primeiro segue regras bastante rígidas, o segundo é totalmente desprovido de qualquer tipo de regra.

Simultaneamente, há uma outra diferença entre estes dois tipos de jornalismo. No jornalismo tradicional, o jornalista tem que se ser imparcial e está isento de ter qualquer tipo de opinião.

Contudo, segundo muitos jornalistas, no jornalismo cidadão tal não acontece. Para muitos
profissionais do jornalismo, o jornalismo cidadão não é mais do que a mera opinião de alguém relativamente a um determinado assunto, pelo que este novo jornalismo é visto como um jornalismo opinativo e parcial. Será então que a opinião de um cidadão pode ser considerada jornalismo? Grande parte dos profissionais da comunicação crê que não.

Mas, não são só os próprios jornalistas que criticam o jornalismo cidadão. Muitos órgãos comunicacionais também estão contra este “novo jornalismo”. Tal é o caso do New York Times que considera que o jornalismo cidadão abandonou o grande princípio do jornalismo: a objectividade. Mas, não foi só o N.Y. Times que atacou o jornalismo cidadão. Em 2005 Tom Gubrisich analisou dez sites onde se fazia jornalismo cidadão e descobriu diversas lacunas a nível de qualidade e conteúdo.

José Luis Orihuela, professor, também não é a favor do jornalismo cidadão. Contudo, considera que os blogues são como uma memória extensiva, um conceito muito rico. Para o professor de Pamplona, os blogues permitem três coisas igualmente importantes: publicar, partilhar (através dos tags) e reutilizar (optimizar a nossa matéria com a dos outros, como se fôssemos dj's da informação).

José Luis Orihuela considera que jornalismo cidadão é o conceito muito inadequado para descrever o que se está a passar no mundo da comunicação social. Para o professor, o jornalismo é algo que se estuda, algo que segue uma ética e uma deontologia e que tem uma função social muito importante.

José Orihuela reconhece que os blogs são importantes e que tem uma repercussão social muito importante. Tal como ele afirma, nenhum meio de comunicação social, pode substituir a presença das pessoas numa guerra, num desastre natural, etc. Nenhum mass media pode substituir as imagens e a informação que a pessoa presente no local pode captar, até porque se há coisa que os jornalistas não controlam é o tempo. Luis Orihuela realça incclusive a importância do Wikipédia.

Mas, Orihuela diz que estes blogs não podem ser considerados jornalismo, até porque para haver jornalismo tem que haver jornalistas. O professor de Pamplona considera que existem pessoas que estão a fazer coisas interesantes, mas que não podem nem devem ser consideradas jornalismo.
Orihuela afirma que é uma falta de respeito considerar estes blogs jornalismo. José Luis Orihuela considera portanto que apesar dos blogues serem importantes nunca vão substituir o jornalismo tradicional. Para o professor um dos grandes problemas dos blogues prende-se com o facto de grande parte dos escritores manterem-se no anonimato, o que por si só retira credibilidade ao que é escrito.

José Luis Orihuela fala-nos ainda da existência de jornalistas que tem os seus própios blogs. No entanto, Orihuela considera que mesmos nestes caos não podemos considerar que se trata de jornalismo. Ou seja, um jornalista pode ter o deu próprio blog e escrever lá o que quiser ,mas enquanto o está a fazer, não está a exercer a sua função de jornalista.

No entanto, se existem muitas pessoas que são contra o jornalismo cidadão, também são muitos aqueles que estão do lado deste “public journalism”. È o caso de Dan Gillmor. No seu livro “We the media”, Gillmor diz-no que por diversas vezes os cidadãos são transformados em media.

Dan Gillmor utiliza a expressão o “we journalists”, pelo que subentendemos que Gillmor considera que todos os cidadãos podem ser jornalistas. Dan Gillmor fala-nos da existência de sites através dos quais temos alertas noticiosos praticamente em tempo real. Este trabalho tão exigente é feito por cidadãos repórteres.

Gillmor explica-nos que os cidadãos utilizam os media e as tecnologias para contactarem com o público. Nesta nova era comunicacional as pessoas tem um objectivo muito definido: entender o que se passa no mundo da comunicação social.

Em “We the media”, Dan Gillmor salienta a grande importância que o jornalismo cidadão tem tido na cobertura de diversos desastres mundiais. O primeiro caso deu-se em 2002 com a queda das Torres gémeas em Nova Iorque. Aí os cidadãos fizeram o papel de repórteres e captaram imagens que nenhum órgão da comunicação social consegui captar.

O mesmo aconteceu em 2004 com o Tsunami no Sul da Ásia, em 2005 com os atentados em Londres e também com o furacão Katrina nos EUA. Durante estes acontecimentos os mass media tinham um acesso muito difícil à informação.

Por isso só os cidadãos que estiveram envolvidos directamente nos desastres puderam captar imagens e fornecer informação. Nestes casos, os cidadãos tiveram um importante papel e pela primeira vez assumiram o papel dos mass media. Ou seja, existem momentos em que este papel activo dos cidadãos é extremamente necessário.

Dan Gillmor tem o seu próprio blogue denominado de Center of Citizen media, onde aborda vários assuntos relacionados com o jornalismo cidadão.

Em relação aos media tradicionais, gillmor afirma que cada vez mais estes estão a adaptar e a utilizar as técnicas disponiveis na Internet.

Jay Rosen também é um dos que é a favor do jornalismo cidadão. Jay rosen, é professor de jornalismo na Universidade de Nova Iorque. Jay Rosen é um dos garndes defensores do jornalismo cidadão. Rosen tem um blogue intitulado Press Think, onde escreve sobre os mass media e o seu desnvolvimento na era da Internet.
Jay rosen afirma que as pessoas hoje conhecidas por cidadãos jornalistas, antigamente eram conhecidos por audiência. Jay rosen considera que o jornalismo cidadão é como uma base de dados, um espaço que armazena fontes online.

No meu entender, não podemos considerar que este papel desempenhado pelos mass media é jornalismo. Todo nós temos a nossa opinião, todos nós podemos ter um blog , mas será que isto faz de nós jornalistas? Sinceramente, penso que não. Para se fazer uma noticia temos que seguir certas regras e certas técnicas que só aprendemos quando frequentamos um curso de jornalismo. Se qualquer cidadão pode ser jornalista quais são então o limites da privacidade? Não poderiamos confiar informações a ninguém, correndo o risco de vermos espelhado num blog informações que não queriamos que fossem divulgadas.

Tal como, José Luis Orihuela, penso que os blogs e este jornalismo cidadão são muito importantes para o jornalismo tradicional. Existem certos momentos e certas situações em que os jornalistas não conseguem e nem podem noticiar certos factos. Nesses momentos a ajuda dos cidadãos é muito importante. Por exemplo durante os atentados de Londres só quem vivenciou o momneto pode relatar com clareza e com itensidade o que se viveu na altura. Só quem esteve lá naquela hora, naquele local é que consegui captar imagens, coisa a que os jornalistas não conseguiram aceder. Neste sentido penso que o jornalismo cidadão é importante pois é um complemento muito importante para o jornalismo tradicional.

Assim, penso que o papel desempenhado pelos cidadãos não é jornalismo, é sim um complemento do jornalismo. Todos nós temos as nossas opiniões, até os próprios jornalistas tem a sua opinião e tem o direito a dar. No entanto o jornalismo não deve nem pode ser opinativo. O jornalismo tradicional trata-se de relatar factos e não comenta-los. Trata-se de contar a verdade”nua e crua”.

Portanto, penso que não podemos dizer que há jornalismo cidadão. Até porque como Orihuela diz só há jornalismo quando há jornalistas. Logo se os cidadãos não são jornalistas não existe jornalismo cidadão.
Mas, apesar de considerar que não é jornalismo, penso que este papel desempenhado pelos jornalistas é muito importante. Se tal função não existisse provavelmente o jornalismo não tinha o rigor e a qualidade que tem.

Em conclusão, penso que não existe um “jornalismo cidadão”. O que existe é um importante trabalho de complemento de informação.



Bibliografia:
-Jornalismo:
www.pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo

-Jornalismo cidadão:
www.pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo_cidadao
www.overmundo.com.br/banco/conquiste-a-rede-jornalismo-cidadao-voce-faz-a-noticia
www.en.wikipedia.org/wiki/Citizen_journalism

-Dan Gillmor:
www.bayosphere.com/blog/dangillmor
www.dangillmor.com
www.wethemedia.oreilly.com
www.en.wikipedia.org/wiki/Dan_Gillmor
www.citmedia.org
Gillmor, Dan, Nós os Media

-Jay Rosen:
www.journalism.nyu.edu/pubzone/weblogs/pressthink/
www.en.wikipedia.org/wiki/Jay_Rosen
www.interviews.slashdot.org/article
www.thenation.com/doc/20050404/mackinnon

- J.D. Lasica:

www.jdlasica.com

- Jose Luis Orihuela:
www.cordoba.net/notas.asp?idcanal=36&id=46082
media_e_um_risco.html
www.expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content_id=370742
www.unav.es/digilab/cv/jlo/

-Outras fontes:
www.prisma.cetac.up.pt/artigospdf/9_joao_simao_prisma.pdf



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Friday, October 13, 2006

Expresso


O site do jornal online que escolhi analisar foi o site do jornal Expresso.

Relativamente, ao design do site, penso que é bom. Gostei principalmente das imagens de apresentação. Tal consistia num sistema de rotatividade em que os dois assuntos de maior relevância iam sendo destacados alternadamente.

Simultaneamente, considero que este site está extremamente bem organizado. As notícias estão organizadas por secções e se por exemplo estamos a ler uma notícia de actualidade aparece numa tabela ao lado, os outros temas pertencentes a mesma secção. Penso que isto é uma mais valia para o leitor, pois facilmente encontra os assuntos que procura. Deste modo, a usabilidade deste site é muito boa, pois o leitor consegue aceder facilmente às notícias.

Quanto á interactividade, este site proporciona ao leitor um vasto leque de blogues, onde se pode discutir os temas da actualidade e não só.

Mas, o que gostei mesmo, foi o nível de recursos multimédia que este site apresenta. Há de tudo um pouco: podcasts, fotogalerias, vídeos, etc. Tais recursos são muito importantes, pois complementam e dinamizam as reportagens.

Ao mesmo tempo, este site disponibiliza um sistema de actualização de informação momentâneo. Assim os leitores estão sempre informados sobre as noticias mais recentes.
Para além das secções habituais, a página online do Expresso disponibiliza especiais de notícias, espaços de opinião, e um espaço ao qual intitula cidadão repórter, o que penso ser algo raro no jornalismo online português.
Uma mais valia do site é que a primeira página esta disponível em pdf, pelo que os leitores podem imprimi-la.

No geral gostei da edição online do Expresso. De facto considero que relativamente a outros jornais tais como o Jornal de Noticias e o Público, este site está melhor, nomeadamente no uso de recursos multimédia. O site peca um pouco pela falta de hipertexto.

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Online Journalism Awards 2006

A Online News Association (ONA) já divulgou os sites nomeados aos Online Journalism Awards 2006.
Pessoalmente já tenho os meus vencedores eleitos.

Na categoria de General Excellence in Online Journalism (Large) os nomeados são:
MSNBC ,The New York Times ,Star Tribune, USA Today e Washington Post.
No meu entender, o vencedor é o Washington Post. Escolhi este jornal pois a nível de design é muito bom. É um jornal simples e muito bem organizado, de facto tudo está categorizado por secções. Relativamente á interactividade, é um site que facilita a comunicação com o público, para tal, conta com blogs e várias colunas de discussão. Simultaneamente, é um site de fácil usabilidade o que também é possível devido ao uso recorrente do hipertexto o que permite aceder a outros sites e a outras secções noticiosas.
Por fim, é um site muito rico em recursos multimédia. O Washington Post oferece ao público um vasto conjunto de fotografias, vídeos, bem como galerias de áudio e documentários em vídeo.

Já na categoria Breaking News (Large) os nomeados são:
“London Terrorist Bombings”, CNN ,“NYC Transit Strike,” New York Times, “Hurricane Katrina,” NOLA.com, “Hurricane Wilma,” Sun Sentinel ,“Hurricane Katrina," USA Today.
Para mim o vencedor é a CNN, com “London Terrorist Bombings”. Neste site destaca-se logo uma extrema organização. A informação está organizada por dias e dentro dos próprios dias está a organizada por horas. Deste modo, há uma espécie de sequência de acontecimentos, o que facilita a percepção da história e concede um maior dinamismo ao site. Assim sendo, o design é muito bom, simples e organizado. O mesmo acontece com o nível de usabilidade. È um site com uma grande multimedialidade, onde podemos encontrar fotos, e diversos vídeos. No decorre do site deparamo-nos com um grande uso do hipertexto, o que em parte compensa a falta de interactividade deste site. De facto não é um site que permita muito a interacção do público.

Quanto á categoria Outsanding Use of Multiple Media os eleitos são:
“London Attacks,” BBC News“, Hurricane Katrina,” MSNBC.com , "Going Down the Crooked Road,” Roanoke.com , “2006 Winter Olympics in Torino, Italy,” USA Today.
Foi um pouco difícil fazer a escolha. Apesar de não gostar do design deste site, pois é excessivamente colorido, no meu entender, escolhi o USA TODAY, com “2006 Winter Olympics in Torino, Italy”. A nível do uso de recursos multimédia este site é muito completo. Possui um pouco de tudo: podcasts, Fotos diárias, vídeos, gráfico e vídeos e áudio de todos os tipos de competição em prova. Por outro lado, não destaca só as actividades, mas também aqueles que nelas participam, principalmente os “heróis locais”. È um site com uma grande usabilidade. A nível de design penso que o site mais completo é o da MSNBC com “Hurricane Katrina”.

A última categoria é Student Journalism onde os nomeados são:
“Chasing Crusoe,” University of North Carolina ,
O vencedor é University of North Carolina com “Chasing Crusoe”. A minha escolha recaiu sobre este site, pois possui um bom design, adequado ao público alvo Quando se fala de recursos multimedia, este é um site que possui de tudo um pouco : áudio, vídeos, fotos. Não possui muita interactividade, mas prima pela usabilidade e pela originalidade.

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